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O Inédito do Tempo

O Inédito do Tempo

(Verse 1)

A vida humana adormece pela noite...

Notívagos resistem a escuridão a perambular

O tempo não sabemos como...ele não pára...

O relógio segue este ritmo com certa precisão

Estudo muito tentando entender certas coisas...

E outras...até a magia...

Como o clarear do dia...que é simples

Basta o planeta girar....Mas o girar?

Taí a magia...

 (Chorus)

A cada passo na vida...estamos indo para algo novo

Cada dia que nasce é um passo ao inédito...

A cada boa ação que fazemos...auferimos um crédito?

Embora não saiba em qual plano

Tento na batalha diária me mostrar humano

Nem que seja como um mero transeunte...

Ou mesmo um nômade viajante...

Ou talvez um simples cigano...sem destino...

 (Verse 2)

O passar do tempo é bem visível nas estações

Estações de trem...cada uma delas tem seu desenho

Único...

Estações do ano...tem suas peculiaridades...

Outuno a mais marcante...as folhas caem...

Como algo automático e combinado

As árvores se desnudam e resistem ao frio do inverno

E renascem ao sentir a aproximação da Primavera

Atingindo seu auge no verão...assim verão...

 (Chorus)

A cada passo na vida...estamos indo para algo novo

Cada dia que nasce é um passo ao inédito...

A cada boa ação que fazemos...auferimos um crédito?

Embora não saiba em qual plano

Tento na batalha diária me mostrar humano

Nem que seja como um mero transeunte...

Ou mesmo um nômade viajante...

Ou talvez um simples cigano...sem destino...

(Verse 3)

Na porta da primavera...as árvores repõem suas folhas

Num cantar sereno...devido a passagem do vento

E assim se conta o tempo

Enquanto observamos...os momentos vão passando...

Com atenção podemos nos tornar sábios

Lê...observar...escrever e pensar é a estrutura

Com este pouco formamos nossa figura

 (Chorus)

A cada passo na vida...estamos indo para algo novo

Cada dia que nasce é um passo ao inédito...

A cada boa ação que fazemos...auferimos um crédito?

Embora não saiba em qual plano

Tento na batalha diária me mostrar humano

Nem que seja como um mero transeunte...

Ou mesmo um nômade viajante...

Ou talvez um simples cigano...sem destino

 (Verse 4)

Faça tudo sem pressa...com pressa erraremos mais

Mas não tão devagar...planeje e o tempo se reduz

Do aprendizado...algumas tarefas te induz...

Repetindo...o tempo não pára

Não espere o raiar do sol....

Chegue primeiro...com visão...

Nesta vida de ilusão...

 

ACA

Nov 17th, 2025

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Antonio Cesar
Letras, Músicas, Poemas e Crônicas

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