Nordeste do Meu Brasil
- stepcesar
- 8 de dez. de 2025
- 2 min de leitura

Nordeste do Meu Brasil
(Vese 1)
Trabalhei na minha vida como um vaqueiro
Em duras...longas viagens de meu Deus...
Era tudo muito árduo que eu não sei não
Debaixo de um sol quente...os miolos derretiam
Onde havia árvore fazíamos uma parada
Um gole d’água e um descanso..
Logo voltando a tanger o gado
(Chorus)
No embornal levava farinha e também rapadura
Na cabaça tinha água e na outra alguma cachaça
Na parada da noite tomava um trago
Antes de jantar...fazíamos uma prosa depois ia dormir
Antes do amanhecer já tihamos que partir
Para evitar o que podia de tomar o sol
O chão que rachava e a cabeça queimava
Mas era preciso continuar pra mode ganhar o pão
E na algibeira guardava meu dinheiro
(Verse 2)
Quando aparecia água...o gado ia beber
Os açudes em meia água para abastecer
Toda a população...
Povo sofrido em todo o caminho...mas hospitaleiro
A vida ali nunca foi fácil mas estou aqui para contar a estória
Um bravo nordestino..ninguém vai derrubar
(Chorus)
No embornal levava farinha e também rapadura
Na cabaça tinha água e na outra alguma cachaça
Na parada da noite tomava um trago
Antes de jantar...fazíamos uma prosa depois ia dormir
Antes do amanhecer já tihamos que partir
Para evitar o que podia de tomar o sol
O chão que rachava e a cabeça queimava
Mas era preciso continuar pra mode ganhar o pão
E na algibeira guardava meu dinheiro
(Verse 3)
Tudo na vida é dfícil...temos que lutar
De tudo que fiz...tenho que me orgulhar
Agradeço aos céus...onde nasci
Vou glorificar o meu Nordeste
Brasil....
(Chorus)
No embornal levava farinha e também rapadura
Na cabaça tinha água e na outra alguma cachaça
Na parada da noite tomava um trago
Antes de jantar...fazíamos uma prosa depois ia dormir
Antes do amanhecer já tihamos que partir
Para evitar o que podia de tomar o sol
O chão que rachava e a cabeça queimava
Mas era preciso continuar pra mode ganhar o pão
E na algibeira guardava meu dinheiro
ACA
Ec 8th, 2025




Comentários