Brasília
- stepcesar
- 23 de jul. de 2023
- 2 min de leitura
Atualizado: 9 de nov. de 2025

Brasília
(Verse 1)
Candangos trabalharam na construção
Em solo árido bem no centro do Brasil
Nascida do nada ou de um sonho da nação
Ou apenas um repente de um mandatário
Que à época dirigia o país...pensou evolução
(Chorus)
Como vou viver, andar e cantar
Se tudo é feito pelas sombras
Sombra nas escadas rolantes de rolo...
Sombra ´para encobrir mal feitos lá nos porões
Sombra na alvorada, e no por do sol
Do ar seco da região...nasceu Paranoá
Lago artificial como as leis que criam por lá
E em suas margens construíram mansões
Em forma de avião...na rarefeita solidão
(Verse 2)
Na verdade a cidade...como o país
Está cheia de ladrões...que roubam o erário...
E a poplução...
São Um grande peso para esta nação
E os vagalumes não estão aí...não
Não tem assistência nem educação
Pobre do povo que não tem justiça
Com isto se esvai a esperança na votação
(Chorus)
Como vou viver, andar e cantar
Se tudo é feito pelas sombras
Sombra nas escadas rolantes de rolo...
Sombra ´para encobrir mal feitos lá nos porões
Sombra na alvorada, e no por do sol
Do ar seco da região...nasceu Paranoá
Lago artificial como as leis que criam por lá
E em suas margens construíram mansões
Em forma de avião...na rarefeita solidão
(Verse 3)
Sou um mero poeta que procura palavras
Algo melhor para escrever nesta canção
No canto triste traduzo o que emerge...
E é possível enxergar...mas é tudo em vão
Se deixarmos pra lá... a água para no ar
Nunca mais choverá uma nota aqui...
...Ou uma gota d’água neste lugar
(Chorus)
Como vou viver, andar e cantar
Se tudo é feito pelas sombras
Sombra nas escadas rolantes de rolo...
Sombra ´para encobrir mal feitos lá nos porões
Sombra na alvorada, e no por do sol
Do ar seco da região...nasceu Paranoá
Lago artificial como as leis que criam por lá
E em suas margens construíram mansões
Em forma de avião...na rarefeita solidão
ACA
Jun 3rd 2017




Comentários